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Exposições

Vento vai, Vento vem

Vento vai, vento vem
Vento para novos tempos. O vento é impulsionador de mudanças e deslocamentos.
O vento é palpável mesmo sendo invisível. Quando se veleja se enxerga o vento. No mar o vento é Deus, entidade temida e venerada. O vento empurrou a raça humana à descoberta de novos mundos dentro deste mundo. O desconhecido mora dentro do vento, elemento da natureza que potencializa outros fenômenos. Traz chuva, espalha o fogo, molha a terra. O vento da alma, o que nos move por outros caminhos, que nos leva para outras colinas, montanhas, vidas. Sopro, energia, sussuro, aparição, motor, limpeza, mudança, delicadeza, impacto, calmaria, força, sonhos, movimento, etéreo, impregnação. Os ventos são muitos, todos estão em nós, todos desatam nós.
Para onde os ventos te levam? Para onde nos levam?
Seleção final e projeto expográfico: Victor Naine (fotógrafo, professor e curador), Gustavo Pozza (professor e fotógrafo) e a Ateliê Oriente.

Miriam Ramalho
Thelma Penteado
Monique Cabral
Jampa
Nayara Rangel

Mario Baptista Street

Abertura: 19 de novembro de 2022,
às 16h
Exposição: até 11 de dezembro de 2022
samba arte contemporânea, RJ
Parceria: Carcará Photo Art
Entrada gratuita

Escombros

Por Mateus Gomes

Curadoria: Daniela Avelar
Expografia: Uri Nonnato
Prêmio Revelação - leitura de portfólio 2020/21

A exposição apresenta alguns trabalhos da série Escombros, que surge de uma pesquisa desenvolvida pelo artista Mateus Gomes entre 2017 e 2019. Pensando a temática da globalização, do direito à terra e da violação dos direitos humanos, esta série fotográfica aborda a desapropriação de terras sofrida por agricultores familiares na região do Açu, V Distrito do Município de São João da Barra-RJ, uma vez que a construção do Complexo Industrial do Porto do Açu, vinculado ao maior projeto mineroportuário do mundo, trouxe consequências sociais e ambientais para a região.

Nesta mostra é possível visualizar dois dípticos que fazem parte da referida pesquisa. Essas imagens duplas envolvem retratos de agricultores que sofreram os desdobramentos drásticos do projeto minerador em questão, e imagens panorâmicas que atestam a devastação ecológica, material e moral causada pelo ritmo desenfreado da globalização atual. A exposição também envolve fotografias que expõem a paisagem paradoxal envolvida nas implicações de tal movimentação global, ações que se materializam na terra e diretamente nas condições de vida e habitabilidade de sujeitos e trabalhadores. A exposição visa, através de suas construções visuais e políticas, questionar o público sobre que tipo de globalização desejamos para o mundo, como pensar explícitas violações dos direitos humanos no contexto atual e como repensar políticas de reparação para tais injustiças.

Urbe

Por José Roberto Bassul

Curadoria: ioana mello
Prêmio América Latina 2020/21

A série “Urbe”, de José Roberto Bassul, foi escolhida pelos/as leitores/as de portfólio do FotoRio 2020/21 para o prêmio América Latina. O trabalho é pensado longe do contato palpável com a cidade, em meio à pandemia. Foi assim, em pleno confinamento, que o artista, morador de Brasília, cidade ícone da utopia modernista, percebe a distopia de um mundo subitamente posto em silêncio.

Arquiteto de formação, Bassul percebe o fracasso das ações predatórias e os efeitos deletérios da estridência consumista na relação da cidade com o humano. Tão logo se torna possível circular pelo espaço exterior, o fotógrafo transforma esse sentimento em imagens, perambulando por seu arquivo pessoal e, mais adiante, fotografando pelo mundo.

Nesse longo processo do fazer artístico, Bassul utiliza recursos simples, da própria câmera ou de pós-produção, para nos mostrar sua urbe frente ao caos. As cores aparecem, sombrias e marcadas. Granulados, movimentos e desfoques nos fazem transcender o concreto e transformam a cidade em metáforas visuais. Suas imagens se aproximam da paisagem urbana como um refúgio para sonhos e desejos que se desvanecem com o tempo. Embora feitas num tempo marcado, são atemporais pois abordam circunstâncias frequentes de todos: perdas, derrotas, frustrações, desencantos, medos.

A indistinção dos edifícios, a ausência de seres vivos, a irrealidade das cores e a indefinição das formas evocam a ideia de miragem, de engano, mas também de devaneio. As fotografias são permeadas por certo lirismo, por fagulhas de esperança. Como se Bassul quisesse nos mostrar que ainda há semente no que parece fenecer.

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