A Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e a Secretaria Municipal de Cultura apresentam

LEITORES

Ana Stewart

Ana Stewart é carioca, vive e trabalha no Rio de Janeiro. Formada em Jornalismo pela PUC do Rio de Janeiro em1989, estudou Cinema no IIIS – Institut Internationale de l’Image e du Son, em Saint-Quentin en Ivelinnes, na França em 1992, e Ciências Sociais-Antropologia na Universidade Sorbonne Paris VI em 1993. Trabalhou em diversos jornais e revistas como O globo e Marie Claire. Participou de várias exposições coletivas como “Still”, MIS, SP em 1999, Apex Brasil, Carnaval 2014, Casa Brasileira, RJ em 2014 e “Linguagens do corpo carioca [a vertigem do Rio]”, MAR, RJ em 2016; e de inúmeras exposições individuais com sua série “Meninas do Rio”. Suas fotografias estão em coleções na Maison Européenne de la Photographie, Paris, França e na Brazilian Golden Art, São Paulo, Brasil. Desde de 2005, Ana Stewart é associada ao Estúdio da Gávea no Rio de Janeiro.

Trabalhos: se interessa por retratos.

Datas de leitura: 24 de junho

Angela Magalhães e Nadja Peregrino

Esgotado!

Angela Magalhães é formada em Comunicação Social (UFRJ,1980). Foi bolsista da Fulbright/Capes no International Center of Photography  e na Aperture Foundation  (NY, 1988/89). Como curadora de exposições do Núcleo de Fotografia / Instituto Nacional de Fotografia da Funarte (1979-2003) coordenou com Nadja Peregrino as Semanas Nacionais de Fotografia (1982-1989) e mais de uma centena de mostras, José Medeiros- 50 anos de fotografia (1987); Cuba, Imagens da História, de Raul Corrales ( 1987) e Todo dia é dia de Indio, de Milton Guran (1992). Entre 1990-2003 dirigiu o setor instituindo o I Encontro Nacional de Coordenadores de Eventos fotográficos (1991) e o Prêmio Nacional de Fotografia (1995-98). Atuou em comissões nacionais e  internacionais como a do Prêmio Máximo da Bienal Internacional de Fotografia de Curitiba(1996); Tenth Annual Infinity Awards (ICP NY, 1994); The International Photography Research Network- Changing Views of Brazil and Europe (Inglaterra 2006-2007). Na área de pesquisa, em co-parceria com Nadja Peregrino, recebeu  os prêmios da Fundação Vitae (“Revista Realidade,1966-1976: paradigma de um fotojornalismo moderno no Brasil)  e Rio Arte (“O Rio de Janeiro de José Medeiros” ) tendo publicado, ainda, os livros Fotografia no Brasil: um olhar das origens ao contemporâneo (MINC/Funarte, 2004) e Fotoclubismo no Brasil – o legado da Sociedade Fluminense de Fotografia (SENAC, 2012). Como conferencista participou do Encuentro de Fotografia Latinoamericano de Caracas (1993), do V Colóquio Latinoamericano de Fotografia, cidade do México(1996), do ciclo de conferências sobre Religiosidade Popular/ Oxford University / Brazilian Studies Center (Inglaterra, 2002) e do Encuentro Internacional de Fotografia de Montevidéu (2007). E, ainda, do Festival América do Sul (MTS-2005); Devercidade (CE-2007); Artes de Março (PI-2011); Na trilha da Imagem (RGN- 2012).

Nadja Fonseca Peregrino nasceu em Recife, é Mestra em Comunicação (UFRJ-1990) e Professora, desde 2001, do Curso de Pós-Gradução da Universidade Cândido Mendes.  Atuou na Funarte (1977-1990) e no Centro de Artes da UFF (1990-199) na área de exposições, organizando as primeiras individuais de Sebastião Salgado,  José Oiticica Filho, José Medeiros. Como curadora independente realizou exposições como La revue O Cruzeiro (Chalon Sur Saune, França, 2006), Um certo Brasil (Pinghao, China, 2010),  Caminhos da Fé, (Krasnodar, Rússia, 2011),  Laços de Família, Etnias do Brasil (MAM, RJ) e (Fundação Mabe, SP) em 2012, PHysis Soma, o corpo, a expressão e a poética do movimento (Casa das Rosas, SP) Brasil, China, luz no lixo (CCJF) em 2014. Foi premiada com as bolsas RioArte (1998) e  Fundação Vitae (2004). Como curadora integrou a seleção dos prêmios Hercule Florence (Brasil/França, 2003) e Comunidade Européia/Brasil, 2007, Marc Ferrez (Funarte, 2010) e ArtePará (Belém, 2010). Publicou livros como O Cruzeiro - A revolução da fotorreportagem (1991), e em parceria com Angela Magalhães,   Mato Grosso- Território de imagens (2008), Fotografia no Brasil, um olhar das origens ao contemporâneo (2005) e Fotoclubismo no Brasil: o legado da Sociedade Fluminense de Fotografia (SENAC, 2012), Sheila Oliveira, memória do tempo e das águas (DArtista Editora, Ceará, 2014). Entre os últimos textos publicados em co-autoria com Angela Magalhães,  destaca-se Ofício de Viver publicado em Possibilidades da câmara obscura, org Ana Angélica Costa, Projeto Subsolo, 2015

Trabalhos: se interessam por todo tipo de trabalho

Datas de leitura: 23 de junho das 14h30 às 17 h. Esgotado!

Gabriela Toledo

Gabriela Toledo vive e trabalha no Rio de Janeiro. É formada em comunicação social e mestre em Comunicação e Cultura pela Universidade de Brasília, 1997. É fotógrafa e trabalhou como professora de 2001 a 2014 em diversas universidades e cursos, entre eles: “Oficina de Fotografia e Fundamentos da Linguagem Visual” na UNB em 2004 e 2005, “Elementos Técnicos da Fotografia, Luz e Cor, Prática Fotográfica de Estúdio e Técnica em Fotografia em Preto e Branco” no Politécnico de Fotografia e “Fotografia: Técnica, Linguagem e Produção Digital.” na pós-graduação da UniFOA – Centro universitário de Volta Redonda em 2014. Participou de diversas exposições coletivas e individuais, entre elas: 13° Salão Carioca de Arte, em 1989, Imagens de Brasília - 1° Prêmio FOTO ARTE de Fotografia em 2004, Arquelogia do descartável - Centro de Estudos Brasileiros da  Embaixada  do Brasil - Cidade do México e Estamos Juntos Misturados - Núcleo de Arte e Tecnologia – 10 anos, Escola de Artes Visuais do Parque Lage em 2008. Desde 2012 até o momento, atua como diretora e produtora executiva da Galeria da Gávea, Galeria especializada em fotografia brasileira contemporânea. 

Trabalhos: se interessa por trabalhos consistentes, ensaios, séries. Não se interessa por portfólios do tipo pot-pourri, com um apanhado de imagens sem conexão entre si.

Datas de leitura: 23 de junho 

Joaquim Paiva

Joaquim Paiva é fotógrafo e colecionador de fotografia brasileira e estrangeira.  Tem exposto seu trabalho pessoal e sua coleção no Brasil e no exterior. Como fotógrafo, publicou em 2013 seu livro  Foto na Hora:  Lembrança de Brasília, pelo Centro de la Imagen, na Cidade do México, em cuja coleção há obras suas.  63 fotografias deste trabalho serão expostas na MEP – Maison Européenne de la Photographie- em Paris de 14 de junho a 28 de agosto de 2016 uma temporada dedicada ao Brasil. Como colecionador, 2/3 de seu acervo estão em comodato no MAM-Rio de Janeiro desde 2005. Tem participado como leitor de portfólios  no FotoFest Houston,  desde 2000 e no Photo España, Buenos Aires e FotoRio. Publicou Visões e Alumbramentos sobre sua coleção, em 2003, e Olhares Refletidos-entrevistas com 25 fotógrafos brasileiros, 1989. Reside no Rio de Janeiro, tendo trabalhado em sete países.

Trabalhos: se interessa por ensaios visuais de fotografia como expressão artística e documentação em que haja comprometimento com a qualidade e a criatividade.

Datas de leitura: dias 23 e 24 de junho

Julieta Roitman

Esgotado!

É mestre em História Social da Cultura, pela Puc-Rio e doutoranda em História e Crítica da Arte na UERJ. De 2008 a 2011, foi curadora e coordenadora no Departamento Audiovisual do Museu Reina Sofía, em Madri. Em 2011, fez a curadoria da mostra “VAIVÉN – Un viaje animado por América Latina”, que itinerou por 22 cidades. De volta ao Rio de Janeiro, foi curadora de diferentes mostras como “Robert Frank – Entre Imagens”, CAIXA Cultural RJ (2012). Atualmente, é coordenadora de exposições do FotoRio e curadora independente.

Trabalhos: se interessa por todas as temáticas

Datas de leitura: 24 de junho Esgotado!

Márcia Mello

Esgotado!

Marcia Mello é bacharel em Letras pela UFRJ, pesquisadora, curadora e conservadora de fotografia. Em 2006, inaugura a Galeria Tempo com Carolina Dias Leite e Georgiana Basto, em atividade até 2014. Em 2015 foi diretora-curadora da Marsiaj Tempo Galeria (RJ). Nesse periodo, além de organizar inúmeras exposições, participou como expositora das feiras SP/ARTE e ART/RIO. Foi co-curadora das exposições “Kurt Klagsbrunn, um fotógrafo humanista no Rio (1940-1960)”, “Rossini Perez, entre o morro da Saúde e a África” e “Ângulos da Notícia, 90 anos de fotojornalismo em O Globo” no MAR, em 2015, curadora de “Tempos de Chumbo, Tempo de Bossa - os anos 60 pelas lentes de Evandro Teixeira” (CCJF, 2014) e na Galeria do Espaço SESC,  “Deveria ser cego o homem invisível?” de Renan Cepeda (2015). Como pesquisadora, participou das exposições e livros: “Alair Gomes - A new Sentimental Journey”, Cosac Naify, 2009,  e “Caixa Preta – fotografias de Celso Brandão”, Estúdio Madalena, 2016, ambas com curadoria de Miguel Rio Branco e exibidas na Maison Europeénne de la Photographie em Paris. Em 2015, participou do livro “Milan Alram”, edições de Janeiro e Bazar do Tempo, de Joaquim Marçal. Autora dos livros “Só Existe um Rio”, Andrea  Jakobsson Estúdio (2008) e “Refúgio do Olhar, a fotografia de Kurt Klagsbrunn no Brasil dos anos 1940”, Casa da Palavra (2013) ambos com Mauricio Lissovsky.Participou da implantação do Departamento de Fotografia do MAM-RJ, onde foi curadora entre 1988 e 1997. Trabalhou no Centro de Conservação e Preservação Fotográfica da FUNARTE e o Arquivo Nacional. Desenvolve projetos de pesquisa e curadoria.

Trabalhos: se interessa por todo tipo de trabalho

Datas de leitura: dia 24 de junho Esgotado!

Marco Antônio Portela

Mestre em Arte pela Universidade Federal Fluminense (UFF), artista visual com participação em diversas exposicões coletivas e individuais, curador independente e professor no Ateliê da Imagem/RJ e na Pós Lato Senso em fotografia da UCAM. Idealizador do projeto MAP (Museu de Arte Postal) e MAPi (Museu de Arte Postal Internacional). Dirigiu a Galeria de Arte Meninos de Luz na comunidade do Pavão/Pavãozinho, RJ de 2009 a 2012. Sócio do Ateliê Oriente e da Escola Ateliê Oriente.

Trabalhos: se interessa por fotografias mais voltadas para o campo da arte contemporânea., ensaios com forte carga poética, reflexive e questionadora tanto no campo da estética quanto no político e social, produções mais engajadas e com longa trajetória assim como produções mais emergentes dos jovens produtores de imagens.

Datas de leitura: os dias 23 e 24 de junho

Marcos Bonisson

Marcos Bonisson é artista e Mestre em Ciência da Arte (Uff). Nasceu e trabalha na cidade do Rio de Janeiro. É graduado em Letras (UESA) e Pós-graduado em Arte e Cultura (UCAM) Estudou gravura, desenho, fotografia e cinema na EAV - Parque Lage (1978-1981). Começou a trabalhar com fotografia e filme Super 8 no final da década de setenta e com vídeo nos anos oitenta. Participou da 27* Bienal Internacional de São Paulo em 2006. Publicou o livro Arpoador (Nau, 2011) eo catálogo Pulsar (Editora Binóculo, MAM, 2013).. É professor de artes do Iuperj / Ucam e da EAV / Parque Lage. Suas mais recentes exposições individuais foram: Pulsar, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, em outubro de 2013, e Arpoador, na Maison Européenne de la Photographie (MEP-Paris) em junho de 2015.

Trabalhos: se interessa por projetos com fotografias (ensaios, séries, narrativas, etc.) relacionadas à arte contemporânea.

Datas de leitura: 24 de junho

Marian Starosta

Marian Starosta é gaúcha, formada em jornalismo pela PUCRS, mestre em comunicação pela Unisinos RS, tendo concluído o Programa de Certificação Integral pela ICP, Nova Iorque. Trabalha com fotografia desde 1982 e com vídeo desde 1983 e desenvolve um trabalho autoral, realizando exposições. Desde 2000 leciona em Universidades e, desde 2007 é professora no Ateliê da Imagem, onde atualmente exerce também a função de diretora artística.

Trabalhos: Se interessa por trabalhos consistentes, séries fotográficas e artes visuais, trabalhos que ultrapassam a barreira da fotografia, se expandindo para vídeo, instalações, etc.

Datas de leitura: 24 de junho das 14h às 17h

Mauro Trindade

Mauro Trindade é professor adjunto de História e Teoria da Arte no Instituto de Artes da UERJ. Foi professor na Escola de Belas Artes da UFRJ, Estácio de Sá, Veiga de Almeida e nas pós-graduações da Uniflu e Angel Vianna. Como curador, realizou exposições em diversos espaços públicos e galerias, como Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, Caixa Cultural, Centro Cultural Laurinda Santos Lobo, Parque das Ruínas, Centro Cultural Justiça Federal e Palacete das Artes/Museu Rodin, na Bahia, além das galerias Movimento e Anita Malfatti. Foi colunista e crítico de música de concerto no Jornal do Brasil, chefe de redação da revista Manchete, chefe da sucursal da Revista Bravo! e colunista da revista História Viva, além de colaborar com as revistas especializadas Concinnitas (IART/UERJ), Arte & Ensaios (EBA/UFRJ), Convocarte (Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa) e Santa Art Magazine. Trabalhou ainda como repórter cultural nos jornais O Globo e Tribuna da Imprensa. Publicou os livros Wolney Teixeira: O sal da terra e Bidu Sayão: Uma biografia.

Trabalhos: se interessa por retratos e fotografias de arquitetura

Datas de leitura: dias 23 e 24 de junho

Paulo Marcos Lima

Paulo Marcos Lima, é graduado em fotografia pelo Brooks Institute (EUA) e em jornalismo pela UniverCidade. Fotógrafo profissional desde 1980, foi editor de fotografia dos jornais O Globo, LANCE! e O dia, é professor e trabalha com fotografia autoral. Desde 2014 é sócio do Ateliê Oriente, um espaço carioca dedicado ao ensino, à reflexão e a difusão da fotografia. Em 2016 divide a curadoria do Festival Internacional de Fotografia Paraty em Foco com Giancarlo Mecarelli.

Trabalhos: se interessa por todas as temáticas

Datas de leitura: dias 23 e 24 de junho

Simone Rodrigues

Simone Rodrigues é fotógrafa, pesquisadora e professora de fotografia. Graduou-se em História (UFRJ, 1992) e fez Mestrado em História Social da Cultura (PUC-Rio, 1997), com dissertação sobre a Fotografia Moderna no Brasil. Fez parte do grupo diretor-fundador da Agência Foto in Cena (1994-1998) e do Ateliê da Imagem (1999-2007). Realizou a pesquisa histórica e curadoria da exposição e do catálogo A pintura em pânico – fotomontagens de Jorge de Lima , na Caixa Cultural do Rio de Janeiro (2010). É diretora da NAU Editora e professora da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (desde 2008). Paralelamente, dedica-se aos seus projetos autorais e de curadoria em arte e fotografia. Em 2016, lançou os resultados (livro, site e vídeo) da primeira etapa de seu trabalho em processo intitulado Nomes do Amor - o amor que ousa dizer seu nome, um retrato da família LGBT brasileira (www.simonerodrigues.com.br).

Trabalhos: se interessa por portifólios que tenham uma proposta organizada (série. ensaio, narrativa, inventário, etc.) tanto no campo da fotografia híbrida quanto na documental. Não se interessa por portifólios do tipo pot-pourri, com um apanhado de imagens sem conexão entre si.

Datas de leitura: dia 24 de junho

Leitura de Portfólio

Coordenação:
Ioana de Mello

Monitoria:
Gabriela Lima e Monara Barreto